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18/03/2015

Amazon aposta em exclusividade na loja online



A mais nova loja online da Amazon promete aos seus consumidores a oportunidade de comprar itens do varejo que não estão disponíveis em nenhum outro lugar a não ser na Amazon ou nos websites e lojas dos fornecedores dos produtos.

Chamada de “Amazon Exclusives”, a loja, que foi lançada apenas no varejo online na quarta-feira, 11, vai vender o que a Amazon chama de “novos produtos inovadores das tendências populares e novidades das marcas”. Alguns desses itens serão exibidos no programa de TV “Shark Tank”, onde empreendedores tentam impedir investimentos provenientes de grandes nomes do mercado.

Consumidores da nova loja da Amazon podem navegar por produtos como Mary Jane, acessórios para iPhone, pranchas infláveis, luvas com sinalizadores para ciclistas e outros itens. A Amazon gerencia o fulfillment para as lojas “Exclusive”, o que permite que os produtos estejam disponíveis por dois dias com frete grátis para consumidores que pagam $99 ou contratem um serviço de teste (trial) do programa do varejista Prime.

Por: Luciano Salem
Fonte: E-Magazine Brasil

25/02/2015

Novos projetos entregues pela VPE Design


Clínica de Cirurgia Plástica Alexandre Wada

www.clinicawada.com

Novo site para a Clínica do Dr. Alexandre Wada, cirurgião plástico, mestrado e doutorado em cirurgia plástica, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

Além de uma identidade visual exclusiva, o site foi desenvolvido com HTML5, CSS3 sendo totalmente Responsivo.

O site possui fotos do Estúdio Fábrica, feitas pelo fotógrafo Alex Mantesso.



Datine Cosméticos

www.datine.com.br

Loja virtual de cosméticos, maquiagem e outros produtos de beleza e saúde.

O projeto foi desenvolvido utilizando os melhores recursos disponíveis pelo sistema FastCommerce.

A loja é um dos primeiros projetos entregues totalmente Responsivo, utilizando o sistema FastCommerce.

Agradeço a Equipe FastCommerce pelo apoio no desenvolvimento desse projeto.


Se ficou interessado em realizar seu projeto com a VPE Design, entre em contato pelo email ou telefone (11) 4116-4033.

16/12/2014

Google planeja inserir botão “comprar” nos resultados de busca

Segundo informações publicadas pelo Wall Street Journal, empresa quer tirar Amazon da liderança no e-commerce


O Google planeja lançar seu próprio botão "comprar" para concorrer com a Amazon pela liderança no e-commerce. Segundo informações divulgadas pelo The Wall Street Journal, a gigante de buscas estaria negociando com varejistas para inserir a opção "comprar" nos resultados de busca do Google Shopping, para que consumidores possam adquirir produtos com apenas um clique.

A ideia da iniciativa é parecida com o “Compre agora com 1-clique”, da Amazon. Hoje, o site de compras do Google apenas redireciona usuários para as páginas dos varejistas.

Segundo o jornal, o Google tem planos de veicular uma campanha para que os anunciantes parceiros oferecessem entrega em até dois dias para produtos comprados no Google Shopping.

Porém, a publicação afirma que os varejistas estão reticentes com a proposta da empresa. Os principais motivos para isso seriam a competição de preços e falta de controle sobre a experiência de compra.

Fonte: ProxXima

14/12/2014

Por que bons e-commerces fracassam?

Montar uma operação de e-Commerce, por si só, é um desafio! O paradigma de que montar uma loja online é algo fácil e de baixo custo já começou a ruir e cada vez mais as empresas e empreendedores estão percebendo que é preciso entrar de maneira séria nesse mercado.

Não obstante os investimentos, que não são poucos, para montar sua loja virtual e fazê-la conhecida do público-alvo, há também o desafio de entender toda a complexidade de estar online, por exemplo:

- Diferente da loja física, onde o cliente passa em sua porta e se gostam do que viu na vitrine adentra para comprar, a loja online assume um comportamento no qual ela precisa passar na frente do consumidor (propaganda, Google, redes sociais, e-mail marketing, etc) para ser lembrada e passar a ter relevância.

No que diz respeito à complexidade para iniciar um negócio online, o empreendedor precisa (minimamente):
  • Contratar uma Plataforma de e-Commerce alinhada às suas expectativas de crescimento;
  • Contratar os meios de pagamento (podem ser contratados: Intermediadores, Gateway de Pagamentos ou integração direta com Adquirentes) para poder intermediar os tipos e formas de pagamento que serão oferecidos aos consumidores;
  • Contratar um Sistema Anti-Fraude para diminuir os riscos inerentes às vendas com pagamentos não-presenciais;
  • Contratar Certificados de Segurança para evitar vulnerabilidades e Falhas de Segurança e passar maior credibilidade aos consumidores;
  • Contratar Logística e Fretes (interno ou de terceiros) aderentes ao tipo de produto e consumidor da loja virtual;
  • Entender e colocar em prática os Modelos de Marketing Digital (conteúdo, redes sociais, Google, e-mail marketing, conversão, etc) que serão utilizados para atrair e fidelizar consumidores;
  • Contratar uma ferramenta de disparo de e-mails para poder colocar em prática o Marketing Digital planejado;
  • Contratar uma equipe de Atendimento 24x7 (interna ou de terceiros) para ficar em conformidade com a legislação (Lei no 8.078 – Decreto 7.962 de 15/03/2013);
  • Participar de eventos, cursos e workshops para conhecer as novidades e mudanças que podem influenciar diretamente no dia-a-dia;
  • Ter um Modelo de Integração que permita que todas as coisas citadas acima convirjam e tragam resultados ao negócio.

Apesar de toda complexidade, vemos nascer muitos bons e-commerces a cada dia, mas ocorre que, conforme diversas estatísticas de mercado, mais da metade das lojas online encerram suas atividades antes de completar um ano de vida, mesmo diante de informações otimistas de que o mercado está em constante crescimento – vide, por exemplo, a 30ª edição do Relatório WEBSHOPPERS 2014, que aponta o crescimento do mercado na ordem de 26% no primeiro semestre de 2014 e números bastante otimistas para o segundo semestre do ano.

Surge então a questão:
Por que bons e-commerces fracassam?

Observando dezenas de operações de e-commerce nos últimos 18 meses, percebi uma grande tendência ao fracasso nas empresas que não tem uma camada de Planejamento e Gestão adequada e consistente.

Questões que não estão listadas como complexas (vide a lista acima) como:
  • Planejamento de Compras;
  • Gestão dos Estoques (Giro, cobertura, coberturas variáveis, GMROII - Gross Margin Return on Investment, sazonalidades, ponto de pedido de compra, etc);
  • Adoção de Modelos de Varejo (calendário de varejo 454, RIM – Retail Inventory Method, OTB - Open To Buy, Gestão por Categorias, etc);
  • Planejamento e Gestão do Fluxo Financeiro (fluxo de caixa, orçamento, etc);
  • Estratégias Comerciais e de Marketing, bem como, seus impactos na precificação erentabilidade do negócio;
  • Gestão da Previsão de Demanda – Previsto e Realizado;
  • Gestão Fiscal e Contábil; e
  • Planejamento e Gestão do Fluxo das Operações e fluxo das informações do negócio.

São as que mais impactam no crescimento, manutenção e perenidade das operações.

Essas questões, que impactam diretamente no e-commerce e podem ser os potenciais causadores do fracasso do seu negócio, em geral, são administradas em sua maioria através dos Sistemas de Gestão (Back Offices e ERPs) e observando a questão com mais cuidado você pode se deparar com diversos Sistemas de Gestão para operações de e-Commerce que estão focados apenas na operação (cadastrar, integrar com a plataforma, picking e packing, faturamento, etc) mas que não oferecem nenhuma funcionalidade para você Planejar e Gerenciar adequada e consistentemente sua empresa e dessa forma impedem que você conheça e entenda onde você está errando, em tempo para poder corrigir os rumos do seu negócio.

Surge então uma nova questão:
Quais os riscos de contratar um Sistema de Gestão que não me permita Planejar e Gerenciar adequadamente meu e-commerce?

O fracasso, sem sombra de dúvidas é o principal risco, haja vista, que se você não tem visibilidade do que está ocorrendo em sua empresa (planejado versus realizado, por exemplo) as chances de fracassar aumentam significativamente.

Outro risco inerente a contratar um Sistema de Gestão que não te permita Planejar e Gerenciar seu e-commerce é não crescer e ficar patinando.

Existem muitos e-commerces que vendem apenas 10 pedidos, por exemplo, e não conseguem sair desse número de jeito nenhum, mas o empreendedor não consegue entender onde está errando, pois não tem informações suficientes. O ideal seria ter em seu Sistema de Gestão uma Suíte para Tomada de Decisão, por exemplo, com um Business Intelligence que permita que você:
  • Crie seus próprios Relatórios, Listagens e Gráficos para combinar diversas visões específicas do seu negócio para maior compreensão e reação rápida;
  • Crie Cubos de Decisão Multidimensionais que permitirá que você analise um grande volume de informações do seu negócio a partir de diversas perspectivas diferentes, fazendo análises comparativas que facilitam suas decisões;
  • Crie Indicadores de Desempenho (KPIs) que te ajudarão a medir de forma sistemática e consistente o desempenho de atividades que são consideradas fundamentais para que sua empresa alcance os resultados desejados;
  • Crie Dashboards que permitam que você e sua equipe tenham todas as informações relevantes em uma única tela (por exemplo, em uma TV no Escritório ou na Operação) de forma consolidada e que essas informações possam ser monitoras em um relance.
  • Crie seu próprio Fluxo de Trabalho e de Informações, por exemplo, utilizando um BPM – Business Process Management e personalizando todas as suas atividades, de forma a automatizar as tarefas o máximo possível, invés de você ter que usar um fluxo padrão imposto por seu Sistema de Gestão, mas que não condiz com a realidade de sua empresa.
Há um último risco que quero mencionar, tão danoso quanto os anteriores, de sua empresa preferir não crescer e optar por ficar estagnada sob o pretexto de perder o controle das coisas, enquanto que na verdade bastaria você poder contar com um Sistema de Gestão que pudesse apoiar seu crescimento, dando visibilidade do que está de fato acontecendo na empresa.

Para concluir, há uma frase de William Edwards Deming que diz que "O que não pode ser medido, não pode ser gerenciado", ou seja, o primeiro passo é começar a medir.

Agora, medir não é uma tarefa fácil, fosse fácil todos fariam e certamente a maioria não fracassaria.
Já H. Igor Ansoff – considerado Pai da Gestão Estratégica – diz que "Não há nenhum mistério em formular um planejamento, o problema é fazê-lo funcionar" – ou seja, a execução do planejamento e o acompanhamento (previsto versus realizado) é fundamental.

Fica a recomendação de que sua empresa busque um Sistema de Gestão que te ajude a fazer o que Deming recomendou – Medir para Gerenciar e a planejar, executar e comparar o planejado com o realizado, conforme orientação de Ansoff.

Por: Samuel Gonsales
Fonte: Administradores

29/11/2014

E-bit: E-commerce gira R$ 638 milhões até 12h da Black Friday


A E-bit divulgou nesta sexta-feira, 28, um resultado prévio das primeiras horas das vendas do comércio eletrônico durante a Black Friday no Brasil. Segundo a empresa especializada em informações do setor, com a antecipação das lojas este ano em iniciar a série de promoções em seus sites desde ontem, o faturamento parcial do evento chegou a R$ 638 milhões. O valor levantado é referente ao período de 36 horas, que inclui a madrugada da véspera até as 12h desta sexta-feira, e representa uma alta de 56% no crescimento das vendas em relação ao mesmo período de 2013.

De acordo com a E-bit, somente na quinta-feira, o faturamento registrou 53% de aumento em relação ao dia anterior da Black Friday de 2013, quando foram registrados R$ 217 milhões em compras. "Caso o volume de vendas da tarde de hoje tenha a mesma proporção do ocorrido no ano passado, o resultado do dia deverá superar R$ 1,2 bilhão, como projetado pela empresa", afirma a empresa, na nota.

O valor do tíquete médio nas compras desta sexta-feira, até as 12h, foi de R$ 600 - a previsão para este ano era de R$ 355,00. "Os produtos que mais colaboraram para o aumento do faturamento foram celular e smartphones, TVs, notebooks, eletrodomésticos, console de games e tablets", diz a E-bit.

"Este ano assistimos a uma mudança de comportamento dos consumidores virtuais em relação ao ano passado. Nas duas últimas semanas, houve uma redução no ritmo de compras de bens de consumo de maior valor agregado, já que as pessoas se motivaram pela chegada desta data tão especial", comenta Pedro Guasti, diretor executivo da E-bit, no comunicado.

Fonte: Diário Web

12/11/2014

Black Friday: o 13º mês de vendas


O mês de novembro tornou-se importantíssimo para quem atua no e-commerce. Isso porque o Black Friday pegou por aqui. Acompanhamos nos bastidores do setor e pela própria imprensa toda a euforia de varejistas virtuais e, também, de consumidores – afinal, todo mundo gosta de vender bastante e de comprar com um bom desconto. Contudo, a pergunta que todos fazem é: será que o comércio eletrônico brasileiro está, de fato, preparado para oferecer ao mercado um Black Friday de qualidade?

A resposta para essa pergunta é sim. Em primeiro lugar, há um grande otimismo na área. A expectativa é que o Black Friday 2014 fature 56% a mais do que no ano passado. Isso significa que há possibilidades de vendas. E esse otimismo todo não é de hoje. Nos anos anteriores, o evento movimentou R$ 424 milhões, o que não é pouco.

Apenas os números positivos não são suficientes para trazer um Black Friday lucrativo – e isso deve ser ressaltado. O varejista virtual que deseja aproveitar a ocasião deve se preparar. O primeiro ponto importante é a tecnologia. Na tal sexta-feira, as lojas virtuais recebem, em média, 10 vezes a mais do volume de visitas que costumam receber nos dias de maiores picos de acesso. Para aguentar, é preciso contar com uma plataforma de e-commerce robusta, que garanta a velocidade de carregamento das páginas, bem como toda a performance, monitoramento e suporte. Quem consegue manter a loja funcionando 100% escapa de um dado lamentável: pesquisas apontam que quase 60% dos consumidores enfrentaram problemas técnicos nos sites durante o Black Friday.

Além da tecnologia, as lojas virtuais devem estar com o estoque abastecido. Para tal, é importante que o varejista negocie de antemão compras e condições de pagamentos com seus fornecedores para que possa vender seus produtos com preços diferenciados. A logística também é outra questão fundamental. O empreendedor deve ter parceiras sólidas com transportadoras a fim de garantir as entregas no prazo prometido. A lógica aqui é clara. O consumidor quer receber sua compra no prazo combinado. Não interessa se ele comprou em um dia de promoção.

A equipe de marketing, por sua vez, também deve atuar de maneira bastante enfática, criando campanhas chamativas para gerar conversão.

O sucesso no Black Friday tem uma fórmula: integração de tecnologia robusta, planejamento estratégico de negócio, marketing e produto. Quem segue essa receita, obtém em um único dia seu 13º mês de vendas.

Por: Rodrigo Schiavini
Fonte: Canaltech Corporate

24/10/2014

Nikon inicia operação de e-commerce próprio no Brasil

Empresa atua no país desde 2011, mas ainda não tinha plataforma digital local. Loja virtual oferece mais de 200 equipamentos, como modelos de câmeras, lentes, flashes e acessórios


A Nikon começou a vender seus produtos em um e-commerce próprio no Brasil. A empresa atua no país desde abril de 2011, mas ainda não tinha a plataforma digital. A Nikon Store oferece mais de 200 equipamentos, como modelos de câmeras DSLR e COOLPIX, lentes, flashes e acessórios. A loja virtual funciona no sistema da Hybris, que já é usado pela companhia em outras partes do planeta. A plataforma facilitará o lançamento simultâneo de produtos em diversos países.

Os pagamentos de compras pelo e-commerce poderão ser efetuados em até 12 vezes com cartões de crédito Visa, MasterCard e American Express, além de boletos bancários para pagamentos à vista. Os produtos fornecidos pela Nikon do Brasil (câmeras DSLR, lentes e flashes) possuem garantia local de dois anos.

Fonte: Mundo do Marketing

22/10/2014

Brasileiros gastam quase o mesmo que americanos em lojas online, diz pesquisa


O e-commerce cresceu tanto no Brasil que os consumidores do país já estão gastando, em média, quase o mesmo que os americanos em compras realizadas em lojas online. O Comitê de Plataformas da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico fez um estudo que aponta que o brasileiro gasta perto de R$ 248, bem próximo à média de US$ 100 dos moradores dos Estados Unidos.

O valor representa o número de vendas online dividido pela quantidade de pedidos entregues, baseando-se em estatísticas de dez empresas que são responsáveis por cerca de 70% do mercado de comércio eletrônico nacional: Dotstore, e-smart, FastCommerce, FBITS, Infracommerce, Loja Integrada, MercadoShops, Nuvem Shop, Primordia, Tray e VTEX. Os números são de 2013.

Alexandre Soncini, coordenador do Comitê de Plataformas, explica que é importante definir este tipo de estatística para auxiliar os vendedores a planejarem seus negócios e também para traçar um perfil do consumidor nacional na Internet. Segundo ele, claro, os números variam muito de acordo com a área das lojas, mas já é possível se ter uma ótima ideia do comportamento geral.

“O tíquete médio americano tende a ser um número mais realista para as pequenas e médias empresas que estão começando no e-commerce. Naturalmente este número vai variar muito de segmento a segmento. Por essa razão, as plataformas se uniram para trazer conteúdo que ajude o comércio eletrônico a continuar crescendo”, afirmou o executivo.

Os americanos sempre foram conhecidos como um dos povos que mais utilizam a web para realizar compras. Por isso, o gasto médio do brasileiro ser praticamente igual aos custos que eles têm, em média, nas compras online, é um dado significativo. Mostra o quanto este tipo de comércio cresceu no país recentemente. E a tendência, pelo visto, é de seguir assim por um bom tempo.

Por: Aline Jesus
Fonte: Techtudo

01/10/2014

Como evitar fraude em sua Loja Online


Transações fraudulentas acontecem frequentemente no Brasil, sendo um dos principais motivos que levam o fechamento de lojas virtuais logo no primeiro ano de existência. Esse tipo de prática leva o País a ocupar o quinto lugar no ranking mundial de golpes em transações financeiras, o que gera uma dor de cabeça para empreendedores que possuem loja virtual.

A aprovação da compra é de extrema importância para as lojas virtuais, sendo de responsabilidade da própria empresa estornar a compra quando não identificada na fatura do responsável.

Contudo, empresas de intermediação de pagamento buscam inibir esse tipo de ação. De acordo com Bruno Fonseca, Gestor de Riscos da Gerencianet, empresa de soluções em pagamento on-line, existem alguns fatores que podem evitar os golpes aplicados em lojas virtuais.

“Crie um processo de checagem das informações, existem diversas formas de confirmação de dados, como, consulta ao CPF, telefone, endereço, confirmação de IP, entre outras formas,” explica Fonseca.  Fonseca lista cinco dicas para evitar fraude na transação de pagamento na sua loja virtual:

1. Consulta ao CPF
Consulte o CPF do comprador junto ao site da Receita Federal, a consulta é rápida e simples, você não perderá mais do que dos minutos para verificar se há alguma restrição no CPF fornecido.

2. Verifique o endereço de IP
Através do IP de conexão do comprador pode descobrir o estado, a cidade e, em alguns casos até o bairro de onde foi feito o pedido usando os serviços de geolocalização por IP. As plataformas de e-commerce costumam armazenar este dado e para identificar a localização você pode usar um site, como por exemplo, o IP Locator.

3. Preste atenção no e-mail
E-mails de provedores gratuitos ou características suspeitas devem gerar dúvida, verifique se o nome que está no e-mail é o mesmo do comprador.

4. Atente-se a localização
Endereço de difícil acesso, em locais de nível de renda incompatível com o produto pedido também pode indicar uma tentativa de fraude, confirme também se o número de telefone é compatível com o endereço fornecido.

5. Automatize
Existem inúmeras formas de evitar uma fraude, para isso muitas lojas virtuais recorrem a terceirização de gestão de risco, onde as compras passam por uma análise com especialistas em segurança da informação em que podem aprovar ou não a compra a ser realizada e assumem o risco da fraude;

Todas essas informações auxiliam no controle de pedidos feitos no comercio eletrônico, mas mesmo assim, não existe uma ferramenta única de prevenção de fraudes. A principal questão, além de identificar a compra ilegítima, é ser assertivo para oferecer uma liberação rápida para o cliente e fidelizá-lo.

Fonte: ComputerWorld