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24/10/2015

Black Friday deve movimentar R$ 978 milhões em 2015


O ano de 2015 não tem apresentado bons indicadores econômicos. Apesar da retração em diversos setores, incluindo o varejo físico, o e-commerce é um dos segmentos que ainda possui expectativas animadoras. Prova disso é a previsão de faturamento da Black Friday, realizado pelo Busca Descontos, líder em cupons de descontos, em parceria com a ClearSale, empresa especializada em soluções antifraude. De acordo com a organização oficial do evento, a edição deste ano, que acontece em 27 de novembro, deve bater o recorde do ano passado, alcançando a marca de R$ 978 milhões em faturamento no período.

Ainda de acordo com a estimativa, o ticket médio deste ano também deve ultrapassar a marca de 2014: R$ 422,39 contra R$ 416,75, respectivamente. “Os dados mostram uma expectativa de crescimento de 10% em relação a 2014, o que é relevante em um ano economicamente mais complicado. Além disso, a previsão é o consumidor valorize ainda mais seu dinheiro, pesquisando mais as melhores ofertas e comprar mais com menos”, afirma Juliano Motta, diretor de operações da BlackFriday.com.br.

Fraudes no período
O levantamento realizado em parceria mostra também o comportamento de compras ilegais durante o período. Espera-se no dia 27 uma soma de R$ 15 milhões em tentativas de transações indevidas. "Na Black Friday, a preocupação maior do consumidor deve ser com outros pontos importantes na hora da compra. Se a loja só aceitar boletos bancários e transferências eletrônicas, por exemplo, desconfie", comenta Omar Jarouche, Gerente de Inteligência Estatística da ClearSale. “Outra dica é sempre buscar pela reputação da loja em fóruns e sites que registram índices de reclamações”, completa.

Dia 27 de novembro
Das 0h de 27 de novembro às 23h59 do mesmo dia, os consumidores terão a oportunidade de economizar em diversos setores durante a BlackFriday.com.br. O evento, organizado pelo Busca Descontos, está em sua sexta edição e já tem grandes varejistas confirmados, como Marisa, GM, Nespresso, Hering, Privalia, Lojas Colombo, Hotel Urbano, Mercado Livre, Saraiva, HP, Netfarma, CVC, Bestday e Azul.

Por: Nicole Ongaratto
Fonte: Investimentos e Notícias

05/01/2015

Péssimo Serviço de Entregas - Lojas Colombo

Péssimo Serviço de Entregas - www.colombo.com.br
Infelizmente tenho que postar isso, pois já faz mais de um mês que fiz a compra de um presente de Natal e até hoje (05/01/15) não recebi o produto.

A compra foi feita na Black Friday, paga com cartão de crédito e confirmada no dia seguinte a entrega para o dia 10/12/2014. Nesse meio tempo a Lojas Colombo informou que a transportadora teve um sinistro (carga roubada) e minha entrega não poderia ter sido feita.

O SAC ofereceu a condição de realizar uma nova entrega do produto ou devolver o valor no meu cartão de crédito. Como preciso muito desse produto resolvi aguardar a nova entrega.

Pois bem, já se passaram mais de um mês da data da compra, e até hoje não recebi nada. Somente uma mensagem padrão como essa, ao enviar email para o SAC:

"Informamos que seu e-mail foi anexado ao protocolo e encaminhado ao setor de logística,para verificação e posterior retorno. Agradecemos seu contato e permanecemos à disposição."

É uma mensagem vazia e sem ação nenhuma, pois ninguém resolve a questão, e ninguém entra em contato comigo para um atendimento digno e correto. Ao entrar no site, na área de Pedidos, sempre existe uma previsão de entrega nova, mas o produto nunca é entregue.

Estou postando essa situação aqui, mas já abri reclamações nos órgãos competentes. Além disso, como trabalho com e-commerce não posso deixar de chamar a atenção para todos os meus clientes, amigos e parceiros, que não bastar ter um "visual bonito", a loja precisa funcionar e atender muito bem seus clientes.

A Lojas Colombo nunca mais terá eu como cliente. Nunca mais.

29/11/2014

E-bit: E-commerce gira R$ 638 milhões até 12h da Black Friday


A E-bit divulgou nesta sexta-feira, 28, um resultado prévio das primeiras horas das vendas do comércio eletrônico durante a Black Friday no Brasil. Segundo a empresa especializada em informações do setor, com a antecipação das lojas este ano em iniciar a série de promoções em seus sites desde ontem, o faturamento parcial do evento chegou a R$ 638 milhões. O valor levantado é referente ao período de 36 horas, que inclui a madrugada da véspera até as 12h desta sexta-feira, e representa uma alta de 56% no crescimento das vendas em relação ao mesmo período de 2013.

De acordo com a E-bit, somente na quinta-feira, o faturamento registrou 53% de aumento em relação ao dia anterior da Black Friday de 2013, quando foram registrados R$ 217 milhões em compras. "Caso o volume de vendas da tarde de hoje tenha a mesma proporção do ocorrido no ano passado, o resultado do dia deverá superar R$ 1,2 bilhão, como projetado pela empresa", afirma a empresa, na nota.

O valor do tíquete médio nas compras desta sexta-feira, até as 12h, foi de R$ 600 - a previsão para este ano era de R$ 355,00. "Os produtos que mais colaboraram para o aumento do faturamento foram celular e smartphones, TVs, notebooks, eletrodomésticos, console de games e tablets", diz a E-bit.

"Este ano assistimos a uma mudança de comportamento dos consumidores virtuais em relação ao ano passado. Nas duas últimas semanas, houve uma redução no ritmo de compras de bens de consumo de maior valor agregado, já que as pessoas se motivaram pela chegada desta data tão especial", comenta Pedro Guasti, diretor executivo da E-bit, no comunicado.

Fonte: Diário Web

12/11/2014

Black Friday: o 13º mês de vendas


O mês de novembro tornou-se importantíssimo para quem atua no e-commerce. Isso porque o Black Friday pegou por aqui. Acompanhamos nos bastidores do setor e pela própria imprensa toda a euforia de varejistas virtuais e, também, de consumidores – afinal, todo mundo gosta de vender bastante e de comprar com um bom desconto. Contudo, a pergunta que todos fazem é: será que o comércio eletrônico brasileiro está, de fato, preparado para oferecer ao mercado um Black Friday de qualidade?

A resposta para essa pergunta é sim. Em primeiro lugar, há um grande otimismo na área. A expectativa é que o Black Friday 2014 fature 56% a mais do que no ano passado. Isso significa que há possibilidades de vendas. E esse otimismo todo não é de hoje. Nos anos anteriores, o evento movimentou R$ 424 milhões, o que não é pouco.

Apenas os números positivos não são suficientes para trazer um Black Friday lucrativo – e isso deve ser ressaltado. O varejista virtual que deseja aproveitar a ocasião deve se preparar. O primeiro ponto importante é a tecnologia. Na tal sexta-feira, as lojas virtuais recebem, em média, 10 vezes a mais do volume de visitas que costumam receber nos dias de maiores picos de acesso. Para aguentar, é preciso contar com uma plataforma de e-commerce robusta, que garanta a velocidade de carregamento das páginas, bem como toda a performance, monitoramento e suporte. Quem consegue manter a loja funcionando 100% escapa de um dado lamentável: pesquisas apontam que quase 60% dos consumidores enfrentaram problemas técnicos nos sites durante o Black Friday.

Além da tecnologia, as lojas virtuais devem estar com o estoque abastecido. Para tal, é importante que o varejista negocie de antemão compras e condições de pagamentos com seus fornecedores para que possa vender seus produtos com preços diferenciados. A logística também é outra questão fundamental. O empreendedor deve ter parceiras sólidas com transportadoras a fim de garantir as entregas no prazo prometido. A lógica aqui é clara. O consumidor quer receber sua compra no prazo combinado. Não interessa se ele comprou em um dia de promoção.

A equipe de marketing, por sua vez, também deve atuar de maneira bastante enfática, criando campanhas chamativas para gerar conversão.

O sucesso no Black Friday tem uma fórmula: integração de tecnologia robusta, planejamento estratégico de negócio, marketing e produto. Quem segue essa receita, obtém em um único dia seu 13º mês de vendas.

Por: Rodrigo Schiavini
Fonte: Canaltech Corporate