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10/03/2017

Em ano de feriados, quem tem e-commerce é rei


Não visitando lojas físicas frequentemente, as pessoas estão online em qualquer outro lugar

Sempre que um ano tem muitos feriados longos, o Varejo sente uma queda nos lucros. Para 2017, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) aponta que a perda deve girar em torno dos R$ 10,5 bilhões. O valor é 2% maior que em 2016, porque haverá mais feriados emendados e em dias de semana. Uma das principais dificuldades trazida pelas folgas – e que justifica essa queda na receita – é o custo da mão de obra, afinal, os colaboradores devem receber em dobro nessas ocasiões. No entanto, perder um dia de vendas pode não ser uma boa opção para muitos lojistas.

Em paralelo, o Brasil é o terceiro país em que as pessoas passam mais tempo online. De acordo com um levantamento da We are Social, o brasileiro passa 5 horas e 26 minutos por dia na internet via computador ou tablet e outras 3 horas e 46 minutos conectado pelo celular – somando 9 horas e 13 minutos online todos os dias. Passado o choque inicial por vivermos mais de um terço do nosso dia no mundo virtual, essas estatísticas trazem em si muitas oportunidades.

Elas mostram, por exemplo, que mesmo não visitando lojas físicas frequentemente, as pessoas estão online em qualquer outro lugar. E a melhor maneira de alcançar esses consumidores é juntando um bom e-commerce a uma boa estratégia de marketing digital. Afinal, a loja online é menos custosa e pode atrair novos clientes de diferentes partes do país. O ideal é atrelar bom conteúdo, promoções e investimentos nas plataformas de Redes Sociais e Buscas. Isso pode apoiar – e muito – as vendas em feriados e finais de semana, por exemplo.

O e-commerce pode ser também um importante aliado do mundo físico, pois tem a capacidade de difundir e divulgar de forma mais efetiva um negócio. Pequenas e médias lojas são mais facilmente encontradas na internet, além de existirem estratégias de investimentos baseadas em localização. Se sua loja fica no centro da cidade, por exemplo, seus anúncios passam a aparecer para pessoas caminhando pela região. Essa é uma boa maneira, por exemplo, de elevar as vendas no feriado mantendo o estabelecimento aberto.

Só não esqueça de sempre investir na segurança da plataforma online, afinal, uma pesquisa divulgada pela ACI mostrou que as fraudes online aumentaram 31% nos feriados de fim de ano em 2016, especialmente porque mais pessoas fazem compras em épocas comemorativas. Tentar prevenir fraude sozinho pode ser caro e ineficiente, portanto vale buscar gateways de pagamento que já trazem esta tecnologia atrelada. As melhores práticas internacionais já estão disponíveis no Brasil e, de brinde, alguns já oferecem soluções de BI embutidas que ajudarão a gerenciar suas vendas.

A melhor maneira de escapar das previsões da FecomercioSP é, portanto, traçar estratégias e investimentos focados, também, no mundo digital, que não apenas apoiem a busca por novos consumidores, mas ajudem, inclusive, a alavancar as vendas na loja física – sempre com atenção à segurança do seu e-commerce e de seus clientes. Tenha sempre em mente que as estratégias para lojas físicas e virtuais devem andar lado a lado. Sua loja é uma só, independentemente do meio por onde é encontrada. A divulgação de produtos e serviços deve fomentar compras futuras com uma única mensagem, mas sempre adequada de acordo com o meio e/ou plataforma.

Por: Ricardo Calfat
Fonte: Administradores

09/03/2017

Consumidores estão mais seguros em finalizar a compras com smartphones


O comércio eletrônico movido pela mobilidade tecnológica está conquistando mais adeptos e quebrando receios existentes. É o que mostra uma pesquisa realizada com 4 mil consumidores realizada pelo site e app comparador de preços e produtos Zoom, em parceria com a Consumoteca. Os resultados mostram que 82% dos entrevistados já pesquisam ou compram por smartphones ou tablets.

Outro avanço é que 40% dos entrevistados afirmam possuir algum aplicativo de comparação de preços. Mais da metade deles (55%) finaliza a compra diretamente pelo dispositivo que está usando, seja este notebook, tablet ou smartphone. Esse número representa um aumento de 77%, quando comparado ao ano de 2014.

Há três anos, a maioria dos entrevistados (45%) pesquisava preços e informações no dispositivo móvel para depois entrar no desktop para finalizar a compra. Em 2017, apenas 31% mantém esse comportamento.

Outra revelação da pesquisa é o aumento da participação das classes B e C no e-commerce. Na edição anterior do estudo, realizada em 2016, 68% dos entrevistados pertenciam às classes A e B e, este ano, 89% fazem parte das classes B e C.

Popularização
Os consumidores também utilizam os devices mobile para pesquisas ou compras tanto na loja física (65%) quanto na rua (49%).

“A popularização dos smartphones também é um dos fatores que contribui para o crescimento das classes B e C no e-commerce brasileiro, já que são equipamentos com valores mais acessíveis do que notebooks. Para muitas pessoas, o primeiro contato com a internet foi por meio desses dispositivos. ”, analisa Thiago Flores, diretor executivo do Zoom.

Fonte: R7.com

06/03/2017

Fique por dentro das perspectivas e tendências para o e-commerce


O cenário favorece novos negócios. A expectativa é que o setor seja responsável pelo crescimento de 5% ao ano do total de vendas no varejo.

A expectativa de crescimento para o comércio eletrônico permanece em alta no Brasil. De acordo com levantamento realizado pelo  eMarketer, instituto de pesquisa estadunidense especializado no mercado virtual, o cenário é favorável para quem deseja investir ou expandir os negócios no e-commerce.

O estudo mostrou, por exemplo, que o país é o 10º na lista de maiores vendedores online do mundo e o único representante da América Latina.

Espera-se, ainda, que o e-commerce seja responsável por cerca de 5% do total crescimento anual das vendas (tanto online quanto offline) no Brasil até 2018.

Fonte: SEBRAE

10/02/2016

Estratégias em mobile commerce crescerão em 2016


Diante do aumento do uso de dispositivos móveis para compras online, anunciantes devem rever métodos para se aproximar dos consumidores

De acordo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), cerca de 30% das compras em lojas virtuais em 2016 serão feitas por meio de dispositivos móveis (smartphones e tablets). A parcela representa 57,2 milhões de compras, dentro de um mercado que deve movimentar R$ 56,8 bilhões até o fim do ano, segundo a entidade.

Diante do crescimento dos consumidores online, players observam as melhores estratégias para atuar no marketing digital. Especializada em performance, a agência digital Cadastra, que atende varejistas como Renner, Livraria Cultura, Lojas Colombo, Camicado, Corello, Le Postiche, diz que vai reforçar sua atuação em mobile, para melhorar a experiência dos clientes com as marcas. O CEO Thiago Bacchin afirma em comunicado que para acompanhar o crescimento, é necessário não só um incremento em sites responsivos e aplicativos para esses dispositivos, mas também em mídia.

Já a All In, braço especializado em marketing digital da Locaweb, que atende marcas como Ponto Frio, Fnac, Sephora, Chili Beans, pretende criar novas funcionalidades para suas ações no mobile, de modo a se aproximar dos consumidores. Wellington Sousa, gerente de Marketing da All In, disse em comunicado esperar que com o monitoramento dos consumidores no comércio eletrônico, será possível escolher a melhor hora de apostar em campanhas específicas.

Um levantamento realizado pela consultoria especializada GSMA, associa o comportamento ao crescimento da internet móvel no Brasil, em especial da telefonia de quarta geração (4G). Segundo a pesquisa, a previsão é que o Brasil termine 2016 com 42 milhões de conexões 4G, um aumento de 87% em relação ao ano passado. Esse número representaria 15% do total da base ativa esperada, que será de 278 milhões de acessos (incluindo telefonia 2G e 3G).

Ambos os executivos reforçaram a necessidade das agências e anunciantes se adaptarem ao mobile já que este representa um importante canal de comunicação entre o e-commerce e o cliente.

Fonte: ProXXIma

28/07/2015

Dispositivos móveis empatam com o desktop em sites de e-commerce

Estudo realizado pela Optimise mostra que 50% do tráfego em sites de compras já é proveniente do mobile


O volume de tráfego em sites de e-commerce por meio de dispositivos móveis alcançou o desktop no último ano. De acordo com levantamento realizado pela Optimise, rede internacional de marketing de performance focada em soluções mobile, 50% do tráfego foi proveniente de dispositivos móveis em 2014, sendo que 27% renderam transações em smartphones e 9% em tablets. Em 2013, o tráfego com origem em tais dispositivos foi de 11%.

Apesar do cenário, o mercado de e-commerce brasileiro ainda não está preparado para oferecer boas opções de conversão para compra no dispositivo mobile, diz o estudo. “As marcas estão mais preparadas com vendas no desktop. Algumas delas têm sites responsivos, mas nem sempre são bons para converter tráfego em compra”, conta Lucila Vasquez, executiva de atendimento ao cliente da Optimise no Brasil. Para ela, o mercado dos aplicativos móveis para o e-commerce é uma grande oportunidade e as marcas que possuírem bons apps têm maiores chances de liderar o mercado no segmento.

No Brasil, a classe C é vista como uma grande oportunidade para o setor por conta de seu potencial de expansão. De acordo com Lucila, a classe C tem acesso e posse maior de dispositivos móveis que de computadores ou notebooks. O relatório também aponta que o sistema operacional Android, do Google, é o mais utilizado na área do comércio mobile, responsável por 94% do tráfego e 89% das transações. Os dispositivos móveis também representam alta capacidade de segmentação, com maiores chances de alcançar o público-alvo desejado que a opção desktop.

Por: Rúvia Avelino
Fonte: Proxxima